Colapso de imóveis de escritórios nos EUA será pior que crise do subprime, diz Fitch!
- Max Mustrangi

- 22 de mar. de 2024
- 4 min de leitura
Quando afirmamos em 17/dez/2021 (https://youtu.be/a1OjSv_872o?si=GnPYtzMIblpVP0Ox) que as condições para a formação de uma MEGA CRISE de falta de LIQUIDEZ e consequentemente de INSOLVÊNCIA estavam sendo criadas, sequer tínhamos em vista as Guerras na Ucrânia, Palestina, entre outras que não estão sendo reportadas, degradação das condições climáticas a ponto de colocar em risco o abastecimento global (e inflação dos alimentos), inflação global galopante e lançamento vertical das taxas básicas pelos BCs das principais nações do bloco dos desenvolvidos sem experiência no tema, ... !
O novo sub-prime comercial americano já ameaça estourar, sendo que a quebra (default) da EVERGRANDE, que à época era uma suposição, hoje é um FATO.
SVB e tantos outros bancos regionais americanos já foram! A situação só não está pior com a quebra de outros bancos regionais pela MEDA do FED(e) em continuar a subida necessária da sua taxa básica de juros (se enkkkagalharam do risco de serem responsabilizados pelo acirramento da Crise que eles deveriam evitar)! Novamente trocando a crise de curto prazo (o remédio amargo) pela de longo prazo (no colo de outros otários que sequer entram em cena ainda)!
Quem está inserido no mercado já sente a forte queda da qualidade da demanda (volume e mix preço/margem), associada a risco de crédito crescente (inadimplência! Para piorar concorrentes que não sabem fazer conta e preferem vender mais com queda de preço (e margem) para pedalar a bicicleta do desconto de duplicatas (por mais que a água entre com fúria no casco do Titanic)!
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por Yassine Maaroufi - Economia / Publicado 22.03.2024, 18:05
Investing.com - O valor dos escritórios nos Estados Unidos pode enfrentar uma queda igual ou até pior que a do “crash” do setor imobiliário em 2008. Essa é a avaliação da Fitch Ratings, em nota divulgada na última quarta-feira, 20, sugerindo que os preços ainda não encontraram seu patamar mais baixo.
Desde o início do atual ciclo, a valorização dos escritórios despencou aproximadamente 35%, marca ainda abaixo do recuo de 47% vivenciado na grande crise financeira. Contudo, não há indicativos de que a queda vá desacelerar em breve.
Contrastando com o cenário atual, após a crise financeira global, o valor dos imóveis se recompôs, alcançando cerca de 80% de seu ápice pré-crise no mesmo intervalo de tempo, recuperando aproximadamente metade das perdas de valor, conforme aponta a agência de classificação de risco.
Atualmente, os valores giram em torno do menor nível dos últimos quatro anos. A Fitch projeta que a retomada do mercado pode se estender por um período mais longo que o pós-crise de 2008, impactada pela continuidade do trabalho remoto, dificuldades de refinanciamento e taxas de juros substancialmente mais elevadas.
De acordo com previsões do Goldman Sachs (NYSE:GS) para o fim de 2023, entre 20 a 25% dos trabalhadores americanos seguem em regime de home office, o que diminui a demanda por espaços corporativos. Esse panorama sugere uma desvalorização duradoura dos imóveis comerciais, podendo resultar em perdas maiores que as antecipadas em títulos lastreados por hipotecas comerciais atreladas a empréstimos para escritórios.
A expectativa da Fitch é que a taxa de inadimplência desses empréstimos ultrapasse o ápice visto na sequência da crise financeira mundial. A agência prevê um aumento na taxa de 3,6% em fevereiro para 8,1% este ano, alcançando 9,9% em 2025.
"Desde 2020, a inadimplência em empréstimos CMBS para escritórios vem crescendo, ultrapassando quatro anos em 2022, contra a média de aproximadamente 2,5 anos observada de 2009 a 2019. Isso sinaliza que as liquidações de imóveis e as perdas consequentes para os empréstimos de escritórios atualmente inadimplentes podem perdurar até 2028 ou mais", enfatiza a Fitch.
Este cenário desafiador para os escritórios insere-se em uma crise mais abrangente do setor imobiliário comercial. Em janeiro, o FMI advertiu sobre a maior retração de preços em meio século, exacerbada pelo aumento dos custos de empréstimo, que compromete o financiamento disponível para o setor.
A depreciação acentuada e o encarecimento dos empréstimos forçaram muitos proprietários a buscar extensões de seus financiamentos além do vencimento original. Analistas, contudo, alertam que tais medidas apenas postergam um colapso iminente, com uma onda de dívidas imobiliárias comerciais de US$ 2,2 trilhões prevista para 2027. Nesta semana, o Goldman Sachs destacou que a prática de renegociar e alterar condições de empréstimos comerciais não pode se estender por muito mais tempo.









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