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  • Foto do escritorMax Mustrangi

DORES DO CRESCIMENTO QUE PODEM LEVAR AO ÓBITO!

Todos sofremos as dores da cobrança (interna ou externa) do crescimento. Em geral a maneira mais fácil de se medir o crescimento, no Mundo dos Negócios e da Gestão ... NA LATA (!), é pelo Faturamento!



Indicador trivial, o faturamento nada mais lê do que o volume de dinheiro que foi capturado do mercado pela transação de produtos/serviços prestados. E é bem aí que surge o grande e central problema das empresas que esperam ao buscar o crescimento contínuo e infinito, repetir nas vendas futuras (titanic) a alegria (rentabilidade) dos resultados financeiros das vendas passadas (jet ski).


Por maior que seja o mercado, poucos atentam para o custo do desbravamento da capilaridade e da complexidade do mesmo.


Canais de distribuição diretos e indiretos, publicidade e marketing, portfolio de produtos/serviços crescente e ineficiente, verbas crescentes de vendas (improdutivas), estrutura e complexidade da FV, sistemas de incentivo e controle, fretes distantes e ineficientes (cargas não consolidadas), complexidade de impostos e da contabilização de custos e despesas, NCG crescente/custoso para financiar uma operação sedenta por diminishing returns, prazos de recebimento cada vez mais elásticos, prazos de pagamento cada vez mais curtos (falta de limite de crédito), estoques crescentes (para evitar as rupturas e pela número de skus), descontos e promoções crescentes, área de Vendas "mandando" na empresa apoiada por ceos com bias ($i$tema de incentivo umbilical), cfos "sem poder" para barrar (carteirada) vendas e seus pedidos com margens descrentes ou até mesmo negativas (ONGs privadas que entregam produtos/serviços com um cheque no pallet), vendas carteirando pedidos com crédito duvidoso que levarão ao aumento da inadimplência e rombo no caixa, (neg)acionistas inebriados pelo crescimento do "tamanho da coisa"!


Ao final, o que acabam colecionando é sempre o mesmo … Diminishing Returns (perda de rentabilidade) na forma de queda nas Margens de Contribuição, EBIT e Lucro Líquido (todos unitários) com elevação do Capital Investido (equity - Ke ou financiado a custo - Kd). Ou seja, a drástica redução do retorno sobre o capital investido (ROIC e ROE).


Com isso vem o aumento do risco do negócio (AF) pela incapacidade de pagamento da dívida amealhada (financiamentos) em busca do pote de ouro no fim do arco íris!


Estranho ... pois sempre pensei que empresas privadas almejassem a Geração de Valor!


Digo aos meus sócios/associados que prefiro não vender a doar produto/serviço! "Deixem que os nossos concorrentes vendam e colham prejuízo e inadimplência! Nós vendemos depois, com preço mais alto, prazo mais curto e sem correr risco de crédito!"


Afinal ... CRESCER É PARA GENTE GRANDE!


ÁGUIA (só) VOA COM ÁGUIA®️ 🦅🦅 & FOGUETE NÃO TEM RÉ®️ 🚀🚀

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